Seiva
Feito por médico nutrólogo que usa no plantão

A terapia nutricional
da sua EMTN, registrada.

Rastreio, metas por quadro clínico, alerta de síndrome de realimentação e indicadores de qualidade — no registro diário que a RDC ANVISA nº 503/2021 e a Portaria SVS/MS nº 272/1998 cobram do serviço.

Registro exigido da EMTN
LGPD por desenho
Do neonato ao idoso

129 fichas de diretriz curadas · ESPEN, ASPEN e BRASPEN · em uso em plantão hospitalar desde agosto de 2026

Censo do plantão do Seiva: quatro leitos fictícios agrupados por ala, cada linha com o dia de internação, a via de dieta, os selos de risco, a adequação da meta de ontem e a situação da evolução de hoje.
Privacidade
por desenho
HTTPS ponta a ponta
Acesso só por conexão cifrada.
Senha com bcrypt
Guardada como hash, nunca em texto.
Backup diário
Automático, com restauração testada.
IA só com dado anônimo
Sem nome, sem registro, sem leito.
Conformidade

A norma exige EMTN — e exige registro

Além da equipe constituída, a norma cobra o registro de avaliação nutricional, prescrição, acompanhamento e resultado — datados, rastreáveis e recuperáveis.

Nutrição enteral

RDC ANVISA nº 503/2021

Fixa os requisitos mínimos dos serviços de terapia de nutrição enteral, incluindo a Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional (EMTN) e o registro das etapas — da indicação ao acompanhamento do paciente.

Nutrição parenteral

Portaria SVS/MS nº 272/1998

Aprova o regulamento técnico da nutrição parenteral: EMTN constituída, avaliação do estado nutricional, prescrição e acompanhamento registrados no prontuário do paciente.

O Seiva é esse registro

Cada exigência da norma vira uma tela do sistema — e cada tela vira um registro datado, com o autor identificado.

Triagem e avaliação nutricionalNRS-2002 e GLIM aplicados na internação, com data e responsável.
Prescrição e o que de fato foi infundidoPrescrito × infundido lado a lado — a diferença que a auditoria procura.
Acompanhamento diárioEvolução por dia: quadro, tolerância, labs, antropometria e eventos adversos.
Indicadores para a reunião da EMTNPainel com o período escolhido e exportação em CSV para a planilha do serviço.
Passagem de caso em uma página A4PDF pronto para imprimir e anexar — legível também em preto e branco.
Plano de alta e transiçãoChecklist, prescrição de transição e encaminhamento.

As normas citadas são referência para o desenho do registro. A adequação do serviço à legislação vigente continua sendo do hospital e da sua EMTN — o Seiva organiza, guarda e entrega a informação.

Rigor clínico

Cada número tem uma fonte

Escores, cortes e metas vêm de diretriz — ESPEN, ASPEN e BRASPEN — e ficam documentados no sistema. O cálculo roda no servidor; o valor final é do médico.

Quatro cartões da ficha do dia num caso fictício: peso de hoje com a variação frente ao habitual, energia e proteína frente à meta, e a classificação do risco de síndrome de realimentação.
Os quatro números do dia, num caso fictício: peso, energia e proteína frente à meta, e o risco de realimentação.

Rastreio: NRS-2002

Triagem de risco nutricional com pontuação por gravidade da doença, ingestão, IMC e idade — o rastreio que a EMTN precisa registrar nas primeiras horas.

Diagnóstico: GLIM

Critérios fenotípicos e etiológicos combinados para o diagnóstico de desnutrição, com a gradação de moderada e grave — não uma impressão, um critério.

Síndrome de realimentação

O sistema não espera o valor sair da faixa: acompanha K, Mg e P frente ao basal do próprio paciente e avisa quando o risco muda de patamar.

Metas por quadro clínico

kcal/kg e g/kg de proteína por cenário — crítico, enfermaria, obesidade, renal, hepatopata, queimado — conforme ESPEN, ASPEN e BRASPEN. Inclui a fórmula de Toronto.

Composição corporal e sarcopenia

Perda ponderal com janela de tempo, rastreio de sarcopenia (EWGSOP2), preensão palmar, bioimpedância e massa muscular em L3 — com tendência seriada frente ao basal.

Calorimetria e balanços

GER medido e quociente respiratório, balanço hídrico e nitrogenado, e a caloria não-nutricional (propofol) somada ao aporte — o que costuma escapar da conta.

O cálculo é do sistema; a decisão é sua. Nenhum valor sugerido é imposto: tudo é editável pelo profissional, e fica registrado quem decidiu e quando.

Recursos

Todo o ciclo, num só lugar

Paciente → internação → evolução diária. Cada dado se liga ao anterior, do rastreio na admissão ao plano de alta.

Faixa do paciente num caso fictício: via em curso, peso atual e habitual com a variação, meta de ontem, evolução de hoje e os selos de alergia e de risco.
A faixa do paciente, num caso fictício: via em curso, peso e habitual, meta de ontem, evolução de hoje e os alertas.

Paciente no centro

Alergias, comorbidades, cirurgias e medicações de uso contínuo ficam com a pessoa. A identidade fica isolada — privacidade por desenho.

Evolução diária

Quadro clínico, conduta, tolerância e peso — tudo datado. A evolução do dia já nasce com os dados de ontem, para o plantão não recomeçar do zero.

Prescrito × infundido

Em mL/h ou em volume, com a adequação frente à meta calórica e proteica calculada na hora. A dieta que ficou no papel aparece.

Catálogo do seu serviço

Fórmulas, módulos e parenterais com a composição da bula — e o manipulado sai calculado: calorias, proteína, osmolaridade, GIR e os sinais de incompatibilidade. Marque o que existe na sua unidade e o seletor só oferece isso.

Alerta de realimentação

A síndrome se define pela queda de K, Mg ou P frente ao basal — o sistema avisa, classifica o risco e sugere a reposição.

Passagem de caso em PDF

Identificação, metas, antropometria, dieta, labs e eventos do dia — numa página A4, pronta para o plantão e para o prontuário.

O laudo vira valor

O PDF do laboratório é tarjado na própria máquina, os valores são transcritos e o médico confere item a item antes de gravar. Ninguém digita vinte exames à mão.

Crescimento da criança

Curvas da OMS com escore-z por idade cronológica ou corrigida, medidas em série e cálculo de GIR. O prematuro medido pela régua dele, não pela do adulto.

Alta e transição

Checklist, prescrição de transição, desmame e reavaliação, com o resumo montado a partir do que já foi lançado. A terapia não acaba na porta do hospital.

Indicadores de qualidade

A reunião da EMTN com número, não com impressão

Indicadores de qualidade em terapia nutricional (IQTN) calculados sobre o que a equipe já lançou — sem digitar nada duas vezes. Escolha o período, veja o painel, exporte em CSV para a planilha do serviço.

Por unidade e por hospital Exporta CSV Base do cálculo à vista
O que o painel entrega
Últimos 30, 90 dias ou período livre
Tempo até o início da terapia nutricional
Adequação calórica e proteica
Percentual de dias na meta
Dias de jejum
Eventos adversos por tipo
Cada número mostra na tela a base do próprio cálculo: quantos dias e quantas internações entraram na conta.
Custo e gestão

O custo real da terapia — inclusive o que foi para o lixo

Aferir o custo da terapia nutricional é atribuição da EMTN — e hoje isso é planilha. O Seiva calcula sobre o que a equipe já lançou: o que foi infundido custa, e o volume que sobrou na bolsa aparece separado, como prejuízo.

Preço com data de vigência Bomba e equipo na conta Por ala e por período
O que a direção recebe
Sem digitar nada duas vezes
Fora do prontuário, de propósitoO custo é do serviço, não do paciente: o número é sempre agregado e não aparece na tela de quem prescreve.
Relatório por período e por alaQuanto custou o serviço no mês, por setor, com o ranking das fórmulas e dos materiais que mais pesaram.
A sobra em reais e em percentualO volume prescrito que não entrou aparece separado do que de fato nutriu.
Reajuste não reescreve o passadoPreço novo é linha nova, com data: o relatório de julho continua fiel depois do aumento de setembro.
Valor só para quem precisa verCadastrar preço e ler o relatório ficam com a coordenação da EMTN e a administração.
O prejuízo aparece de propósito: fórmula mais concentrada custa menos que volume que o paciente não tolera.
Inteligência assistiva

A IA que assiste.
Você valida.

A Seiva resume a evolução, aponta sinais de risco e responde à pergunta clínica do plantão. A diferença está no que vem junto de cada resposta: a fonte citada, o que exatamente saiu da máquina e um botão que vira rascunho — nunca prescrição.

129 fichas curadas na base ESPEN ASPEN BRASPEN

Diretrizes lidas, fichadas e datadas uma a uma — a resposta é montada a partir dessa base, não da memória solta de um modelo de linguagem.

1
A fonte citada, clicável até o trecho
A citação vem no meio da frase, com ficha, sociedade e ano à vista. Um clique abre o trecho da diretriz que sustentou aquela linha — conferir não custa uma busca.
2
“O que saiu da máquina”, em toda resposta
O profissional abre e vê o texto exato que foi enviado: a pergunta e o caso já anonimizado. Não é a descrição do envio — é o envio.
3
“Usar na evolução”: rascunho, nunca prontuário
A resposta vira um rascunho auditável na internação, com autor e data. O profissional aprova, edita ou descarta — o prontuário só recebe o que alguém assinou.
A identificação do paciente fica isolada no sistema, e a IA só vê casos anonimizados. Ela pode ainda ser desligada por completo num único botão da administração — o restante do sistema segue funcionando igual.
Seiva IA
caso anexado · Paciente 017
Fósforo caiu 21% desde a admissão e ele está em D4 de enteral. Progrido a dieta?

Queda desse tamanho no fósforo é realimentação em curso: segure a progressão calórica, reponha o eletrólito e reponha tiamina antes de aumentar o aporte (BRASPEN 2019 — ficha “Síndrome de realimentação”, §Tiamina).

2 fontes consultadas
O que saiu da máquinaa pergunta e o caso anonimizado
Vira rascunho para aprovar, editar ou descartar. Sugestão assistiva — não substitui o julgamento clínico.
Segurança e LGPD

O que a sua TI vai querer perguntar

Dado de saúde é dado pessoal sensível (LGPD, art. 5º, II). O sistema foi desenhado a partir disso, não depois.

Acesso, sessão e trilha
HTTPS obrigatórioTodo o tráfego cifrado, com o cookie de sessão endurecido pelas práticas correntes.
Senhas com bcryptGuardadas como hash com sal. Nenhuma senha em texto claro — no sistema, nos registros ou em backup.
Proteção CSRFToda ação que altera dados é validada antes de ser executada.
Bloqueio de força brutaTentativas de senha seguidas bloqueiam o acesso temporariamente — por usuário e por origem.
Sessão que expira sozinhaSessão parada volta ao login automaticamente.
Cabeçalhos de segurança e CSPPolítica de conteúdo restrita em toda resposta, contra injeção e sequestro de tela.
Nada se apagaFicha errada é CANCELADA com justificativa e autor: para de contar nos cálculos e continua legível na trilha.
Dado, backup e IA
PII isolada por desenhoA identificação do paciente fica separada dos dados clínicos desde a origem.
Em produção, só siglasO serviço pode operar identificando o paciente por iniciais, número de registro e leito — sem nome completo no sistema.
Backup diário automáticoCópia íntegra todo dia, com verificação a cada arquivo e retenção definida. O que não passa na verificação é descartado.
Restauração testadaO procedimento completo de restauração é executado e documentado, não presumido.
A IA só recebe dado anonimizadoSem nome, registro, leito ou data identificável — e a ausência de identificação é verificada antes de sair. Falhou a verificação, a análise não acontece. Até a pergunta digitada passa por essa conferência: se trouxer o nome ou o registro de um paciente do hospital, o envio é recusado antes de sair.
Nenhum dado clínico identificado em nuvem de terceirosO prontuário fica no banco do hospital. Nenhum serviço externo recebe dado que identifique o paciente — e a IA pode ser desligada.
Anonimização
o que a IA recebe — e o que nunca sai
M. S. O. · leito 3
Paciente 017
Registro 88.214-0
removido
Só os dados clínicos, sem identificação, seguem para a análise.
Onde o sistema roda

Cada hospital é uma raiz isolada e o servidor confere isso a cada acesso: nenhum hospital enxerga o outro. Os dados clínicos ficam no Brasil. O detalhamento técnico vai para a TI na demonstração, sob acordo de confidencialidade.

Isolamento por hospital Acesso por ala Multiunidade
Falar com a TI do meu hospital → agendar demonstração
Quem faz

Um software clínico feito por quem é do plantão

Quem define as regras clínicas do Seiva é um médico nutrólogo, com a diretriz na mão — não uma equipe de produto interpretando protocolo de segunda mão.

TG
Dr. Thiago Guedes
CRM-RJ 1336614
Pós-graduado em Nutrologia
Fellowship em NutrologiaNutrology Academy
Pós-graduado em Nutrição Enteral e ParenteralABRAN — Associação Brasileira de Nutrologia
Pós-graduado em Medicina do Exercício e do EsporteHospital Israelita Albert Einstein
Para quem é

Do neonato ao idoso

Cálculos, metas e rastreios que se ajustam por faixa etária — a EMTN inteira num só sistema, da UTI neonatal à enfermaria.

Neonatal
Prematuro e RN a termo, por dia de vida.
Pediátrico
Metas por faixa, de lactente a adolescente.
Adulto
Crítico, enfermaria, obeso, renal e mais.
Idoso
IMC de Lipschitz e rastreio de sarcopenia.
A espinha do sistema

Três níveis, uma história

01

Paciente

Cadastre a identidade uma vez — alergias, doenças, cirurgias e medicações de uso contínuo ficam com a pessoa.

02

Internação

Abra a estadia: unidade, leito, diagnóstico e peso habitual. Uma internação ativa por vez.

03

Evolução diária

Registre o dia: dieta, labs, antropometria, eventos e metas. A IA resume, os indicadores acumulam e o PDF de passagem sai pronto.

Veja o Seiva com um caso do seu serviço

Demonstração de 30 minutos, com a EMTN e a TI na mesma sala. Traga um caso do plantão: a evolução é montada na hora e o registro sai pronto.

Sem caso à mão? A demonstração roda na hora, num hospital fictício já carregado — nenhum dado real envolvido.

Agendar demonstração Já sou usuário · entrar
ou escreva direto para thiagoguedesnutrologia@gmail.com